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Rotarianos somam esforços no Combate a Dengue

dengue_14A Secretaria Estadual da Saúde informou que a paciente K.S.P, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do Litoral (HRL), em Paranaguá, morreu às 7h11 desta sexta-feira (8) por conta de complicações de um caso grave de DENGUE.

Esta é a 1ª (primeira) morte causada pela DENGUE no Paraná neste novo período epidemiológico, que vai de agosto de 2015 a julho de 2016. Trata-se também do 1º (primeiro) óbito da doença em Paranaguá, cidade que enfrenta uma situação de epidemia de DENGUE, com 491 casos confirmados desde agosto de 2015.

K.S.P manifestou os primeiros sintomas de DENGUE no domingo (3) e foi atendida na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) 24 horas da Vila Divineia, em Paranaguá.

Ela se queixava de:

  • Febre
  • Dor de Cabeça
  • Vômito
  • Tontura
  • Diarréia
  • Dor de Garganta
  • Dor Muscular
  • Dor nas Articulações
  • Dor Abdominal
  • Dor atrás dos Olhos
  • Tosse
  • Falta de Ar
  • Perda de Apetite

Em todo o Estado, 1.726 casos de DENGUE já foram confirmados até a 1ª (primeira) primeira semana de janeiro.

Em 99 (noventa e nove) municípios foram registrados casos autóctones da doença, ou seja, quando a infecção ocorre dentro da própria cidade.

Isso reforça a necessidade de medidas preventivas, sobretudo com a eliminação dos criadouros do mosquito em casas, quintais, estabelecimentos
comerciais e vias públicas.

A campanha não pode parar!

Vamos reforçar o que todos já sabem. O combate ao mosquito Aedes aegypti popularmente conhecido como “mosquito-da-dengue” ou “pernilongo-rajado” tem que ser contínua e TODOS temos que ter consciência do nosso DEVER no combate a proliferação desta praga, divulgando e incentivando amigos, vizinhos e parentes a tomarem os seguintes cuidados:

  • Descartar corretamente todo objeto que possa acumular água;
  • Manter canos, calhas e ralos desentupidos para não acumular água;
  • Colocar terra ou arreia no prato debaixo do vaso para não acumular água e observar que não acumule água no interior de bromélias e plantas ornamentais similares;
  • Virar as garrafas ou vasilhames de “boca” para baixo;
  • Não deixar pneus onde possa acumular água (inclusive fontes e laguinhos artificiais em paisagismos);
  • Tampar bem a caixa d?água e toneis e barris de água;
  • Tapar bem as lixeiras e para quem mora em edifícios, cuidados especiais com os poços dos elevadores e com as bandejas de ar condicionado;
  • Manter o ambiente onde vive sem entulhos para não formar poças permanentes.

O mesmo mosquito é considerado vector de doenças graves como: DENGUE, a FEBRE AMARELA, a FEBRE ZIKA e a CHIKUNGUNYA e, por isso mesmo, o controle das suas populações é considerado assunto de saúde pública.

Mais informações visite o site www.fiocruz.br – clique infográficos

Precisamos fazer a nossa parte!

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Lessandro Bonato

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